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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

13 momentos desesperadores da primeira semana do intercâmbio

Os primeiros dias de intercâmbio não são os mais agradáveis. Viagem longa, fuso-horário atrapalhado, malas pesadas, lugares desconhecidos e muita informação simultaneamente – e em outro idioma! Calma, você não é o único que se sentirá perdido e que, provavelmente, terá leves ataques de pânico.

A agência Descubra o Mundo, especialista em estudos no exterior, listou 13 momentos desesperadores da primeira semana do intercâmbio.


1. Aquele momento que você percebe ter exagerado nas malas.

E não pensou como iria carregá-las depois.

primeira_semana_intercambio_malas



2. Aquele momento que você não entende NADA do que estão dizendo.

Não importa qual seja o idioma, nem o nível da sua fluência. Em algum momento – e será logo –, você vai sentir aquele desespero típico de quem está com dificuldades na comunicação.

primeira_semana_intercambio_comunicacao



3. Aquele momento em que você não sabe que horas são, afinal.

Com o fuso-horário bagunçado, você vai sentir sono quando deveria estar acordando e provavelmente estará aceso no meio da madrugada. Ah, também vai fazer contas para descobrir que horas são no Brasil.

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4. Aquele momento em que você se sente excluído.

As pessoas são felizes e andam em grupos. Pois é, encare a realidade: você acabou de chegar, tem cara de perdido, ninguém te conhece e você está (temporariamente) excluído. Acontece nas melhores famílias!

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5. Aquele momento em que você não sabe o que vai comer.

Não tem arroz e feijão aqui????

Foto: Quinn Dombrowski/Flickr



6. Aquele momento em que você tem certeza que vai morrer de frio! (no inverno)

Já vesti tudo que tenho.

Foto: Hotty Toddy



7. Aquele momento em que você se surpreende com o calor! (no verão)

Já tirei tudo que posso.

Foto: Hello Daily News



8. Aquele momento em que você sente medo de tudo.

Esse quarto está trancado? Posso andar sozinho na cidade? Até de noite? Mesmo se estiver de celular e relógio? E de ônibus, rola também? Mas é escuro! Dá mesmo assim? Melhor não arriscar. Alguém quer rachar um táxi? Acho melhor eu não ir.

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9. Aquele momento em que você banca o controlador.

O que eles estão fazendo sem mim no Brasil? Onde estão agora? Por que não me chamaram no Skype ainda?

sherlock holmes with computer laptop silhouette sitting in rocki




10. Aquele momento em que você PRECISA achar o shopping mais próximo.

Sei lá, parece que as compras acolhem - mesmo que, no fim, você nem compre nada. Além disso, existe uma linguagem universal; sem falar nas promoções, bem mais interessantes!

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11. Aquele momento em que você conclui estar perdido.

O mapa está errado, essa placa não leva a lugar nenhum e não vou pedir informação porque não vou entender a resposta! Unf.

Foto: Maples on Mounties



12. Aquele momento que a saudade até dói.

Da cama, do chuveiro, da mãe, do cachorro, da pia limpa da cozinha, do arroz com batata frita, do porteiro do prédio... Ô sofrência!

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13. Aquele momento em que você se pergunta: "por que mesmo resolvi fazer intercâmbio?"

(silêncio para reflexão).

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Parece péssimo? A boa notícia é: o desespero de iniciante dura pouco --às vezes, algumas horas-- e depois você vai dar muita risada dessas situações. Encare de frente os perrengues da primeira semana e descubra o mundo.



Fonte: Catraca Livre





quarta-feira, 29 de abril de 2015

Cuidado com a bagagem!

A Receita Federal utilizará um novo sistema de fiscalização, mais rígido, para passageiros de vôos internacionais. Mesmo com as regras de tributação permanecendo iguais, agora ficará mais difícil entrar com produtos irregulares no país. O objetivo é facilitar a vida dos turistas "comuns", livrando-os de paradas desnecessárias e identificar com precisão aqueles que utilizam da viagem para fazer comércio ilegal.

Os fiscais terão acesso a informações de diferentes fontes sobre o viajante, como local de origem do voo, peso da bagagem, tempo de duração da viagem, etc. A partir desses dados, fará uma análise de risco, cruzando informações já disponíveis disponibilizadas pela companhia aérea e selecionará os passageiros que apresentem algum indício de irregularidade. Dessa forma,  na hora do desembarque já estará decidido quem deverá ter as bagagens verificadas.

Outra ação rigorosa  é o reconhecimento facial (comparando com a foto do passaporte),  sempre com o objetivo de evitar a sonegação de impostos, a lavagem de dinheiro, e o transporte ilegal de valores, medicamentos e drogas. Alguns testes já foram realizados ano passado, nos aeroportos de Guarulhos e Manaus. Também em 2014, a Receita Federal arrecadou aos cofres públicos R$ 1,94 bilhão. Em relação a mercadorias apreendidas somou R$888,89 milhões só no primeiro semestre. Entre os principais itens, estão cigarros, eletrônicos, vestuário e óculos de sol.

Os viajantes podem trazer até US$ 500 em mercadorias para uso pessoal. Compras acima da cota permitida, vai pagar imposto de 50% sobre o valor do produto e mais 50% de multa.

Vale lembrar que…









Fonte: Jornal Brasilturis Fev/2015



terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Como se preparar para sua entrevista de visto de turista

Quer dizer que você vai visitar os Estados Unidos, conhecer os pontos turísticos e se divertir? Excelente. Mas providencie seu visto antes de comprar as passagens e reservar seu quarto de hotel. A melhor maneira de garantir uma viagem sem problemas é deixar tempo suficiente para estar com o visto pronto quando você precisar viajar.


Embora as embaixadas e consulados possam diferir na ordem destes passos, você vai precisar seguir todos:

Preencha o formulário on-line para visto de não imigrante

Você precisará fazer o upload de uma foto sua. Vá a um estúdio fotográfico profissional para tirar a foto, se possível. Certifique-se de que a foto esteja de acordo com as especificações exigidas. Complete o formulário DS-160 e imprima a página de confirmação para levar à sua entrevista.

Agende sua entrevista

Entre em contato com a Embaixada ou um Consulado dos EUA no seu país para agendar uma entrevista. O site deles terá informações específicas, incluindo horários de atendimento. Fique a par do tempo de espera para a entrevista da embaixada ou do consulado onde você será entrevistado.


Pague pela taxa de solicitação de visto

Algumas embaixadas e consulados requerem que você pague a taxa antes de ser entrevistado. Quando o seu visto é aprovado, talvez você tenha que pagar também uma taxa de emissão de visto. Informe-se sobre quais taxas se aplicam a seu caso.

Tenha em mãos os documentos necessários

Assegure-se de ter em mãos estes documentos:

  • Um passaporte válido para viagem nos Estados Unidos para pelo menos seis meses além do período em que planeja estar no país.


  • A página de confirmação do formulário DS-160 que você imprimiu após completar a solicitação on-line.


  • O recibo de pagamento da taxa de solicitação, se for exigido pagar antes da sua entrevista.


  • Foto — se houve falha no carregamento da sua foto quando você preencheu o formulário on-line, você deverá levar consigo uma foto impressa no formato explicado aqui.


  • Qualquer outro documento adicional que a embaixada ou consulado exigir. Isso pode incluir uma declaração de propósito da sua viagem e de sua intenção de sair dos Estados Unidos no final da sua viagem. Pode ser que peçam que você apresente uma prova de que pode financiar sua própria viagem. O site da embaixada ou consulado mais próximo da sua casa deverá listar os documentos adicionais necessários. 


Compareça à sua entrevista

Obtenha instruções específicas no site da embaixada ou consulado mais próximo sobre como se preparar para sua entrevista. Procure chegar pontualmente e portando toda a documentação necessária.

Durante a sua entrevista de visto, um funcionário consular determinará se você está ou não qualificado para receber um visto, e, caso positivo, qual categoria de visto é apropriada com base no objetivo da sua viagem.

Impressões digitais escaneadas, sem o uso de tinta, serão feitas como parte do processo de solicitação de visto. Elas são feitas normalmente durante a sua entrevista, mas isso varia de lugar para lugar.

Receba seu visto

Se o visto for aprovado, a embaixada ou o consulado irá explicar como seu passaporte com visto será devolvido a você. Reveja os tempos de processamento de vistos para saber quando o seu passaporte com visto estará pronto para coleta ou entrega pelo correio.


A Pride oferece assessoria para você tirar seu visto. Entre em contato conosco!



Fonte: share.america

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Validade de passaporte brasileiro é ampliada para 10 anos

O Diário Oficial da União publicou na última sexta-feira um decreto que altera a validade dos passaportes brasileiros de 5 para 10 anos. Essa mudança vale para passaportes comuns, oficiais e diplomáticos, e também para as carteiras de matrícula consular.

Mas atenção! A validade dos passaportes já emitidos não muda, só os feitos a partir de agora é que terão validade de 10 anos.

Quem já tem passaporte, pode tirar um novo quando quiser pagando a taxa de R$ 156,07.




Fonte: Consulado Geral dos Estados Unidos

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Novo A380 para Bangkok da Qatar Airways

Com início em 5 de janeiro de 2015, a Qatar Airways  passará a oferecer o novíssimo A380 para Bangkok, conectando com o voo de São Paulo. Os passageiros desfrutarão níveis excepcionais de conforto e serviço nos voos QR962/QR963.

Avançada tecnologia da aeronave proporcionará experiência de viagem única e refinada, estabelecendo nova referência para todas as características-chave relacionadas ao bem-estar do passageiro. Assentos mais largos, baixos níveis sonoros, circulação de ar sem correntes e controle de temperatura preciso estão entre os vários avanços da A380 que reduzem a sensação de fadiga normalmente experimentada por passageiros depois de um voo longo.

Os assentos e comodidades especiais em cada uma das classes são de propriedade exclusiva da Qatar Airways e foram elaborados em colaboração estreita com os respectivos projetistas e fabricantes.

A Primeira Classe apresenta oito suítes no pavimento superior com configuração 1-2-1. O espaço entre os assentos é 90″, com cama completamente plana, tela de entretenimento a bordo HD de 26″ e acesso direto ao corredor. A Primeira Classe também oferece banheiros tipo spa exclusivos com comodidades luxuosas visando assegurar que os passageiros desfrutem voo confortável e calmo.

A Classe Executiva da A380 da Qatar Airways tem 48 assentos no pavimento superior com configuração 1-2-1, com cama completamente plana de 80″, tela de entretenimento a bordo HD de 17″ e acesso direto ao corredor.

Há duas Classes Econômicas na A380 da Qatar Airways, com 56 assentos no pavimento superior, com configuração 2-4-2, e 405 assentos no pavimento principal, com configuração 3-4-3. Cada assento da Classe Econômica tem 18,5″ de largura, com distância entre os assentos de 32″ e tela de entretenimento a bordo de 10,6″. O pavimento superior também oferece aos passageiros Premium, exclusivo do lounge.

Outra característica-chave do serviço da A380 da Qatar Airways é sua conectividade Wi-Fi a bordo para todos os passageiros – permitindo-lhes enviar e-mails relativos a trabalho, navegar na internet ou ficar em dia com sua rede social.

A Qatar Airways dará as boas-vindas ao ano novo em grande estilo!


Fonte: Aviesp

terça-feira, 14 de outubro de 2014

10 motivos para amar a Nova Zelândia

Longe de tudo, do outro lado do mundo, a Nova Zelândia vale cada segundo da longa viagem. O país reúne uma quantidade de paisagens e atrações impressionantes. É um dos destinos mais completos e sedutore.

Confira dez bons motivos para desembarcar nessas terras:

1. Cafés

Wellington tem tanta cafeteria que é difícil andar na rua sem querer parar e entrar em cada uma delas, sentar no jardim e tomar um café, ler um livro com calma, olhar pro indivíduo em frente e bater papo. Em tempo, a Nova Zelândia não é um país produtor de café: importa o grão verde, torra com maestria e treina muito os baristas que preparam “flat whites”, bebida inventada no país, e lattes primorosos. O país é famoso pela qualidade do leite.



2. O contato com a natureza é diário, especialmente no verão

Na capital, dá pra sair do trabalho e ir pra praia aproveitar o fim da tarde. Fazer uma das trilhas espalhadas pela cidade. Ir surfar na praia em Lyall Bay. Caminhar pelo Waterfront. Passear pelo jardim botânico da cidade no fim do dia. Pedalar pela baía e por aí vai...o ritmo de trabalho, a gentileza, os espaços abertos e a beleza da paisagem tornam a rotina leve, leve.



3. Vinho é coisa de todo mundo

Com um clima semelhante à França, a Nova Zelândia produz ótimos vinhos. O melhor: o preço nas prateleiras é muito camarada. O valor da rolha também é acessível em muitos cafés e restaurantes.



4. As praias são desertas MESMO

Em especial no extremo norte da ilha norte do país, em Northland, e no norte da ilha sul, em Nelson.  No parque nacional Abel Tasman  a beleza da paisagem, e a junção única entre mar, floresta nativa e praias é de deixar qualquer um boquiabertos. O parque é o menor da Nova Zelândia e um dos mais queridos pelos neozelandeses. Ali dá pra andar de caiaque, fazer trilhas de um ou mais dias, acampar, etc.



5. Dá pra atravessar um vulcão em um dia

O Tongariro é um vulcão em atividade na ilha do norte. No verão, dá pra atravessá-lo a pé sem a necessidade de um guia – e ver os lindíssimos lagos esmeralda no topo dele – em cerca de oito horas. O passeio, conhecido como Tongariro Alpine Crossing, exige um pouco, mas retribui cada subida íngreme com a paisagem do Parque Nacional Tongariro, que abriga outros dois vulcões, o Ruapehu e o Ngauruhoe. Do topo do Tongariro, é possível ver o vulcão Taranaki, na costa oeste da ilha norte, o vulcão mais simétrico e mais escalado da Nova Zelândia. Já do topo do Taranak, dá pra ver as praias da costa oeste, a cerca de uma hora de distância de carro.



6. A casualidade é regra

Se for para citar um estereótipo, os neozelandeses podem ser chamados de “laid back”, com aprovação dos próprios. Têm um estilo de vida relaxado e despreocupado. É difícil definir o comportamento de alguém ou de um país sem generalizar, mas concordamos que ser “laid back” ajuda o povo de lá a ser mais aberto e gentil, menos estressado e consumista.



7. A feijoa e o sorvete de “hokey pokey”

É uma fruta de gosto parecido com a goiaba (um pouco mais doce, um pouco mais azeda) que é comumente consumida por lá. As feijoas são tão comuns que são encontradas em abundância em beiras de calçadas, parques e jardins, livres para serem colhidas. Curiosamente, a fruta tem origem em terras sul-americanas, inclusive do sul do Brasil. Outras delícias locais: frutos do mar fresquíssimos, a carne de cordeiro – o país tem cerca de 40 milhões de ovelhas – e o sorvete de “hokey pokey”, de baunilha e “toffee” de mel.



8. Dá pra viajar de van, parar pela estrada e se surpreender SEMPRE

Se comparado com o Brasil, o país é pequeno (aproximadamente do tamanho do Rio Grande do Sul) e, nesse espaço diminuto, concentra paisagens e atividades diversas – em Queenstown, por exemplo, é possível pular de bungee jump e visitar uma geleria no mesmo dia. Vulcões, lagos, praias, ilhas produtoras de vinho (Waiheke, a 30 minutos de ferry de Auckland, é visita obrigatória), florestas nativas. É como concentrar muitas ideias de férias em uma só.



9. Bom para  pra esquiar!

No Mt. Ruapehu (um vulcão em atividade na ilha norte onde, no inverno, funcionam duas pistas de esqui, Turoa e Whakapapa).



10. Intercâmbio e Estudos

Por que tantos brasileiros elegem a Nova Zelândia como seu destino de intercâmbio? Primeiro é seu inegável apelo como destino de esportes de aventura e atividades ao ar livre. Muitas das mais de 80 escolas do país que oferecem programas de idiomas combinam os cursos com prática de esportes como vela, escalada, trekking e mountain bike. A segunda é o clima: se você quiser aproveitar as férias de verão e não quiser ficar enterrado na neve nos Estados Unidos ou Canadá, este é o lugar. Terceiro, os cursos por aqui são um tanto mais baratos que em países como Austrália e Reino Unido.



Para maiores informações sobre programas educacionais visite nosso site (http://www.prideintercambio.com).



domingo, 12 de outubro de 2014

Viajar sem Visto!

O primeiro item que o viajante deve se preocupar é com relação a documentação exigida para o destino e boa parte dos países exigem passaportes, vistos e até vacinas. Algumas vezes os passageiros podem até desanimar com tanta burocracia...

Mas uma dica legal é que muitos países não exigem visto de entrada para brasileiros na condição de turistas. Alguns, inclusive, aceitam estudantes, sem nenhum tipo de burocracia prévia, desde que seja dentro do prazo de 90 dias. Outros países que não exigem visto são os parceiros do Mercosul, nos quais você apenas precisa apenas do documento de identidade, lembrando que ele deve ter no máximo 10 anos de emissão.



Países e lugares que não exigem visto no passaporte brasileiro 


- Áustria           - Bahamas            - Bélgica              - Bulgária           - Coréia do Sul           - Croácia
- Dinamarca      - Equador            - Eslováquia         - Eslovênia         - Filipinas                   - Finlândia
- Grécia            - Honduras           - Hong Kong       - Hungria           - Islândia                     - Israel
- Luxemburgo   - Marrocos           - Malásia             - Namíbia          - Noruega                   - Mônaco
- Holanda          - Panamá             - Polônia              - R. Tcheca       - Portugal                   - Suécia
- San Marino     - Tunísia               - Turquia             - Tailândia         - Vaticano                  - Rússia
- Venezuela (por até 60 dias)



Países que permitem o brasileiro estudar mesmo com visto de turista (por 90 dias)


- África do Sul           - Alemanha          - Costa Rica      
- Espanha                  - França               - Irlanda
- Itália                        - Malta                 - Nova Zelândia
- Reino Unido            - Suíça


Países que dispensam o passaporte se o RG for emitido há menos de 10 anos

- Argentina      - Bolívia
- Chile             - Colômbia
- Peru              - Paraguai (por até 60 dias)
- Uruguai



De qualquer forma, antes de viajar para um desses países, sugerimos consultar o consulado do destino, pois pode haver alguma mudança sobre a obrigação do visto. Caso sua opção seja outra, a Pride oferece assessoria de visto. Mais informações (71) 3115-1515.


Fonte: Aventure-se, Ibahia





sábado, 20 de setembro de 2014

Porque fazer seu intercâmbio no Canadá?

Canadá é o principal destino dos estudantes brasileiros que fazem intercâmbio para o exterior, segundo pesquisa feita pelo Consulado Geral do Canadá e pela Belta (Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais). Por 7 anos consecutivos, as Nações Unidas destacaram o país como o melhor para se viver, devido ao seu acesso a educação, expectativa de vida elevada e baixos índices de criminalidade e violência.

 Estudar no Canadá oferece ao estudante a experiência de morar em um país de primeiro mundo, com uma variedade cultural imensa. Aqueles que amam a cultura urbana vão ficar espantados com o cenário vibrante de Toronto, a modernidade de Vancouver e as ruas da cidade histórica de Quebec. Você pode curtir tudo isso e aprimorar o seu inglês.

Em relação ao visto para estudante no Canadá, quem pretende estudar até seis meses no país, o processo ocorre de forma mais rápida, já que não é necessário o exame médico. Se for mais que isso, o processo é um pouco mais demorado. Lembrando que não precisa ir ao consulado pessoalmente para fazer uma entrevista ou entregar a documentação, tudo é feito com o envio dos documentos.É só passar na Pride que te auxiliamos com o processo de obtenção do visto.


Durante o seu intercâmbio você conhecerá alunos de todo o mundo e aprenderá que o Canadá vai muito além do tempo frio e o hóquei. Pratique o seu inglês com programas de curta e longa duração oferecidos pela PRIDE. E saiba porque o país é reconhecido mundialmente pelo seu povo simpático, sua mistura vívida de culturas e beleza natural deslumbrante.


domingo, 14 de setembro de 2014

5 passos para estudar nos Estados Unidos

Faça um intercâmbio nos EUA, conheça a cultura norte americana e aprimore seu inglês. Saiba como se organizar. 

 Passo 1: Pesquise as opções

Comece a pesquisa  meses antes da data prevista para a matrícula. Por que você quer estudar nos Estados Unidos? Que tipo de escola atende mais às suas necessidades? Vai precisar de ajuda financeira? Quais são os prazos para enviar os formulários? Identifique fontes de ajuda financeira e prepare-se tanto para exames como o Scholastic Aptitude Test (Teste de Aptidão Escolar) quanto para um exame de proficiência em inglês.


Passo 2: Financie seus estudos

Embora o custo de vida varie por região, estudar nos Estados Unidos pode ser acessível e se tornar um investimento com alto retorno. Comece desde cedo a fazer seu planejamento financeiro. Se tiver boas notas, pense em candidatar-se a uma bolsa de estudos para estudantes estrangeiros. Solicitações de ajuda financeira são encaminhadas junto com as solicitações de admissão.


Passo 3: Solicite o visto de estudante

Informe-se sobre as exigências de visto para estudantes e reserve um tempo para preparar sua solicitação. O Departamento de Estado dos EUA emite vistos em embaixadas e consulados americanos.



Passo 4: Prepare-se para partir

Consulte a Pride sobre a escola e o curso que mais se adequa a você. Nossos agentes irão esclarecer suas dúvidas e direcioná-los nessa nova experiência. Discuta mudanças do seu ambiente familiar, sistemas acadêmicos americanos e expectativas, alojamento e como lidar com uma nova escola e cultura.


Fonte: Usembassy

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Você sabe o que é um Loonie?

Para quem está indo ao Canadá, é bom se acostumar com a moeda local. E quando falamos em moeda, significa moeda mesmo! Eles utilizam bastante por lá, claro que usam as cédulas também, mas por terem moedas de até $2 dólares, é bom levar uma bolsinha para elas, ou vai ficar com a carteira cheia!



As moedas de $1 dólar tem o apelido carinhoso de loonie (por causa do pássaro loon) e as de $2 dólares de toonies - talvez porque sejam two loonies.




Eles não usam mais a moeda de 1 cent, bem parecido como aqui no Brasil, no caso da conta ser quebrada, eles aproximam para mais ou para menos. Se a conta for $40,32, você irá pagar $40,30 por exemplo.


As cédulas são de $5, $20, $50 e $100. Quando forem viajar, é bom evitarem as cédulas maiores, como as de $50 e $100, algumas lojas não gostam muito de aceitar principalmente em função do risco de falsificação. Como para nós é difícil conseguir notas de valores mais baixos quando compramos a moeda aqui no Brasil, assim que chegar no Canadá, procure usar as cédulas maiores no aeroporto ou em lojas grandes. Assim já tem o dinheiro trocado mais facilmente. 



Em 2011 o Canadá começou a usar as cédulas de plástico, e algumas pessoas dizem que essas cédulas novas cheiram como maple syrup....será? Quando vocês estiverem lá, conta para nós o que achou!

Claro que por lá vocês também podem usar o VTM, o cartão pré-pago, que pode ser carregado daqui do Brasil mesmo. Ele é aceito em praticamente todas as lojas e funciona igual a um cartão de débito. Não esqueça de solicitar o seu sempre que for fazer uma viagem internacional aqui na Pride! A emissão já está incluída no pacote.





quarta-feira, 20 de agosto de 2014

7 fatores que “travam” a fluência em inglês dos executivos

Algumas das principais dificuldades de domínio completo da língua inglesa se repetem entre os executivos. Especialista cita quais são elas:


A falta de domínio da língua inglesa ainda é um entrave para a atratividade do Brasil em comparação a outras economias.

De acordo com pesquisa do escritório Zaroni Advogados, especializado em assessoria para empresas estrangeiras interessadas no Brasil, o baixo conhecimento do idioma é uma das cinco questões que mais surpreendem e até assustam os executivos estrangeiros que desembarcam por aqui.

Mas com a proliferação de escolas de idiomas e o amplo acesso à informação, o que continua a atrapalhar a fluência dos executivos brasileiros? Beth Vasconcelos, presidente da English House, aponta os principais fatores que ainda impedem o domínio completo da língua inglesa entre os profissionais brasileiros:

1. Perfeccionismo

“O executivo sempre se vê abaixo do desempenho esperado e, muitas vezes, isso não é real”, diz Beth. De acordo com ela, é comum profissionais com ótimo nível de conhecimento do idioma pedirem a ajuda de intérpretes porque não se consideram bons o suficiente e odeiam cometer erros.

“Nós fazemos um trabalho de coletar discursos de nativos para mostrar que eles também erram e como fazer para contornar esses erros”, diz Beth.

É que algumas pessoas deixam de falar e de praticar porque nunca vão ter a fluência de um nativo. Por isso, tentam sempre escapar de situações em que terão de usar o inglês. “Muitas vezes sem necessidade disso”, diz Beth.

2. Bloqueio

Uma das frases que Beth mais ouve de seus alunos é “tenho um bloqueio”. Em alguns casos, a barreira ocorre por falta de vocabulário, gramática ou treino.

Em outros é, de fato, uma questão emocional. “Há pessoas que emudecem mesmo, já vi isso acontecer com executivos até bem acostumados ao trabalho sob pressão”, diz Beth.

3. O medo de se expor

Na aula de inglês o idioma flui. “Com você aqui é diferente, muitos me falam”, diz Beth. Mas na hora de soltar a língua em frente aos colegas de trabalho, o nervosismo é arrasador.

“Quando ele sabe que está sendo observado, o medo é não ter o desempenho satisfatório diante dos pares”, diz Beth.

4. Pouco tempo para investir

Ninguém obtém fluência, seja em qual idioma for, em um passe de mágica, com soluções rápidas e milagres. Enquanto não houver tempo para estudar, frequentar aulas e praticar, refinar a fluência vai ser bem complicado.

“Preocupados com a sua imagem, os executivos raramente vão se expor praticando o idioma fora do ambiente de aula”, diz Beth. 
Neste cenário, a frequência em sala de aula é fundamental, justamente, por ser encarado como ambiente “seguro” para treinar.

5. Falta de vocabulário específico

Uma coisa é se virar em inglês e se comunicar uma viagem turística. Outra, bem diferente, é falar inglês dentro do ambiente de trabalho, em reuniões e apresentações.

O inglês corporativo tem suas particularidades e seu domínio é fundamental, assim como a linguagem adequada para as diferentes situações.

6. Medo de não ter clareza na hora de negociar

“O grande medo de muitos executivos é não se fazer entender e, com isso, travar uma negociação importante”, diz Beth.

Usar uma palavra fora de contexto, cometer uma gafe e atrapalhar o andamento da reunião de negócios ou a discussão de um contrato são queixas comuns, segundo a especialista em educação executiva.

7. Falta de estudo de gramática

“Muitas vezes a conversa não flui por falta de conhecimento das estruturas gramaticais”, diz Beth. O desconhecimento dos tempos verbais vai restringir o discurso, da mesma forma que a falta de vocabulário, segundo a especialista.
Fonte: Exame.com

Com o relato da especialista, podemos perceber que a falta de convivência com a língua é o fato gerador de muitas dessas travas, e é justamente essa intimidade com a língua que ganhamos em um intercâmbio, seja ele de 1 mês ou 1 ano. Claro que quanto mais tempo passamos em um país de língua estrangeira, mais confortáveis a acostumados com a língua nós ficamos. O intercâmbio nos da a fluência justamente porque nos faz perder esse medo de falar, solta a nossa língua. Quando estamos nesse outro ambiente, temos que nos comunicar de alguma forma, e como todos ao nosso redor estão falando em uma língua diferente, ficamos mais a vontade, perdemos o medo de errar e falamos! A gente fala errado - as vezes inventa algumas palavras - mas fala! E não precisamos falar com perfeição para nos comunicarmos, o importante é isso, o primeiro passo é nos comunicarmos, e então entramos no mérito do vocabulário específico.

Para quem já tem um nível bom de inglês, o próximo passo é buscar um curso específico para a sua área, seja mais geral, como business ou até bem específico, como o inglês para medicina, direito, entre outros.

O importante é não ficar para trás, como qualquer outro assunto, é importante dedicar um tempo para aprender uma nova língua e quanto mais imersos no assunto, melhor e mais rápido o aprendizado.

E você? Ta esperando o que?


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

10 dicas pra aproveitar melhor seu curso de idiomas

O intercâmbio é uma experiência transformadora para a maioria das pessoas que aceitam o desafio de estudar em outro país. Além da fluência no idioma, contribui bastante para o crescimento pessoal. 

Para garantir que seu intercâmbio traga bons resultados e seja bem aproveitado, planejamento e disposição fazem toda diferença. A recomendação é sair da "zona de conforto" e estar aberto para as situações novas que surgirem nesse período. 


Separamos algumas dicas  para você aproveitar ao máximo a sua experiência no exterior:
1. Planeje seu intercâmbio com antecedência. Verifique a validade do passaporte e do visto. Faça um orçamento do quanto pretende gastar, incluindo as despesas com alimentação e deslocamento.

2. Muitos intercambistas escolhem se hospedar em casa de família. Nesse caso, entre em contato com seus anfitriões antes de viajar, e leve algumas lembrancinhas típicas do Brasil na mala como presente, um simpático gesto de boa educação. 


3. Faça uma assistência de viagem, mesmo que a viagem seja curta, pois a maioria dos países não oferece atendimento médico gratuito a estrangeiros. Se você toma remédios controlados, é melhor levá-los do Brasil, acompanhados das devidas receitas.

4. Evite exageros na mala de viagem. Na bagagem de mão, leve itens essenciais para se virar por um dia caso a mala se perca.



5. Antes de viajar, prepare-se para imprevistos na chegada: tenha alguns endereços de hotéis próximos ao aeroporto, e saiba qual meio de transporte pode lhe levar com segurança para a casa ou local em que você esteja hospedado. No caso de algum imprevisto – como por exemplo, se ninguém for lhe buscar no aeroporto – você poderá estar em segurança até conseguir resolver o mal-entendido. 

6. Leve dinheiro trocado para os primeiros dias. Em despesas maiores e para sua segurança, use cartão de crédito ou o VTM. Resista ao impulso de comprar demais, sobretudo no início do intercâmbio.

7. Misture-se! Procure se enturmar com pessoas de várias nacionalidades. Assim, você praticará mais o idioma, e ainda vai enriquecer sua bagagem cultural. Não caia na tentação de andar apenas com brasileiros.

8. Procure utilizar o idioma em todas as ocasiões. Seja na cafeteria, em uma loja ou em outros locais públicos. Tome a iniciativa, em vez de esperar que alguém faça por você. Isso ajuda a aumentar sua fluência, sem timidez, é falando que você vai aprender o novo idioma.

9. Resista à tentação de ficar só passeando e foco nos estudos do idioma. Aproveite as atividades turísticas e culturais, sem descuidar do curso. Deixe para se divertir nos fins de semana, e aproveite o tempo livre para repassar as lições e fazer os exercícios vistos na sala de aula. 

10. Agite a vida social e aproveite as oportunidades de convivência. A integração com a cultura local é uma das principais estratégias que para você tirar o máximo de proveito dos seus dias

Viver em outra cultura é muito desafiador. Mas não deixe que esses desafios atrapalhem o aprendizado que você pode ter. Essas dificuldades ocorrem com todos, mas você supera isso, se abra para as oportunidades e aproveite o país e a experiência única que vocês está tendo!



Fonte: UOL Intercâmbio Compara Online