Mostrando postagens com marcador Carreira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carreira. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Como se preparar para sua entrevista de visto de turista

Quer dizer que você vai visitar os Estados Unidos, conhecer os pontos turísticos e se divertir? Excelente. Mas providencie seu visto antes de comprar as passagens e reservar seu quarto de hotel. A melhor maneira de garantir uma viagem sem problemas é deixar tempo suficiente para estar com o visto pronto quando você precisar viajar.


Embora as embaixadas e consulados possam diferir na ordem destes passos, você vai precisar seguir todos:

Preencha o formulário on-line para visto de não imigrante

Você precisará fazer o upload de uma foto sua. Vá a um estúdio fotográfico profissional para tirar a foto, se possível. Certifique-se de que a foto esteja de acordo com as especificações exigidas. Complete o formulário DS-160 e imprima a página de confirmação para levar à sua entrevista.

Agende sua entrevista

Entre em contato com a Embaixada ou um Consulado dos EUA no seu país para agendar uma entrevista. O site deles terá informações específicas, incluindo horários de atendimento. Fique a par do tempo de espera para a entrevista da embaixada ou do consulado onde você será entrevistado.


Pague pela taxa de solicitação de visto

Algumas embaixadas e consulados requerem que você pague a taxa antes de ser entrevistado. Quando o seu visto é aprovado, talvez você tenha que pagar também uma taxa de emissão de visto. Informe-se sobre quais taxas se aplicam a seu caso.

Tenha em mãos os documentos necessários

Assegure-se de ter em mãos estes documentos:

  • Um passaporte válido para viagem nos Estados Unidos para pelo menos seis meses além do período em que planeja estar no país.


  • A página de confirmação do formulário DS-160 que você imprimiu após completar a solicitação on-line.


  • O recibo de pagamento da taxa de solicitação, se for exigido pagar antes da sua entrevista.


  • Foto — se houve falha no carregamento da sua foto quando você preencheu o formulário on-line, você deverá levar consigo uma foto impressa no formato explicado aqui.


  • Qualquer outro documento adicional que a embaixada ou consulado exigir. Isso pode incluir uma declaração de propósito da sua viagem e de sua intenção de sair dos Estados Unidos no final da sua viagem. Pode ser que peçam que você apresente uma prova de que pode financiar sua própria viagem. O site da embaixada ou consulado mais próximo da sua casa deverá listar os documentos adicionais necessários. 


Compareça à sua entrevista

Obtenha instruções específicas no site da embaixada ou consulado mais próximo sobre como se preparar para sua entrevista. Procure chegar pontualmente e portando toda a documentação necessária.

Durante a sua entrevista de visto, um funcionário consular determinará se você está ou não qualificado para receber um visto, e, caso positivo, qual categoria de visto é apropriada com base no objetivo da sua viagem.

Impressões digitais escaneadas, sem o uso de tinta, serão feitas como parte do processo de solicitação de visto. Elas são feitas normalmente durante a sua entrevista, mas isso varia de lugar para lugar.

Receba seu visto

Se o visto for aprovado, a embaixada ou o consulado irá explicar como seu passaporte com visto será devolvido a você. Reveja os tempos de processamento de vistos para saber quando o seu passaporte com visto estará pronto para coleta ou entrega pelo correio.


A Pride oferece assessoria para você tirar seu visto. Entre em contato conosco!



Fonte: share.america

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

7 fatores que “travam” a fluência em inglês dos executivos

Algumas das principais dificuldades de domínio completo da língua inglesa se repetem entre os executivos. Especialista cita quais são elas:


A falta de domínio da língua inglesa ainda é um entrave para a atratividade do Brasil em comparação a outras economias.

De acordo com pesquisa do escritório Zaroni Advogados, especializado em assessoria para empresas estrangeiras interessadas no Brasil, o baixo conhecimento do idioma é uma das cinco questões que mais surpreendem e até assustam os executivos estrangeiros que desembarcam por aqui.

Mas com a proliferação de escolas de idiomas e o amplo acesso à informação, o que continua a atrapalhar a fluência dos executivos brasileiros? Beth Vasconcelos, presidente da English House, aponta os principais fatores que ainda impedem o domínio completo da língua inglesa entre os profissionais brasileiros:

1. Perfeccionismo

“O executivo sempre se vê abaixo do desempenho esperado e, muitas vezes, isso não é real”, diz Beth. De acordo com ela, é comum profissionais com ótimo nível de conhecimento do idioma pedirem a ajuda de intérpretes porque não se consideram bons o suficiente e odeiam cometer erros.

“Nós fazemos um trabalho de coletar discursos de nativos para mostrar que eles também erram e como fazer para contornar esses erros”, diz Beth.

É que algumas pessoas deixam de falar e de praticar porque nunca vão ter a fluência de um nativo. Por isso, tentam sempre escapar de situações em que terão de usar o inglês. “Muitas vezes sem necessidade disso”, diz Beth.

2. Bloqueio

Uma das frases que Beth mais ouve de seus alunos é “tenho um bloqueio”. Em alguns casos, a barreira ocorre por falta de vocabulário, gramática ou treino.

Em outros é, de fato, uma questão emocional. “Há pessoas que emudecem mesmo, já vi isso acontecer com executivos até bem acostumados ao trabalho sob pressão”, diz Beth.

3. O medo de se expor

Na aula de inglês o idioma flui. “Com você aqui é diferente, muitos me falam”, diz Beth. Mas na hora de soltar a língua em frente aos colegas de trabalho, o nervosismo é arrasador.

“Quando ele sabe que está sendo observado, o medo é não ter o desempenho satisfatório diante dos pares”, diz Beth.

4. Pouco tempo para investir

Ninguém obtém fluência, seja em qual idioma for, em um passe de mágica, com soluções rápidas e milagres. Enquanto não houver tempo para estudar, frequentar aulas e praticar, refinar a fluência vai ser bem complicado.

“Preocupados com a sua imagem, os executivos raramente vão se expor praticando o idioma fora do ambiente de aula”, diz Beth. 
Neste cenário, a frequência em sala de aula é fundamental, justamente, por ser encarado como ambiente “seguro” para treinar.

5. Falta de vocabulário específico

Uma coisa é se virar em inglês e se comunicar uma viagem turística. Outra, bem diferente, é falar inglês dentro do ambiente de trabalho, em reuniões e apresentações.

O inglês corporativo tem suas particularidades e seu domínio é fundamental, assim como a linguagem adequada para as diferentes situações.

6. Medo de não ter clareza na hora de negociar

“O grande medo de muitos executivos é não se fazer entender e, com isso, travar uma negociação importante”, diz Beth.

Usar uma palavra fora de contexto, cometer uma gafe e atrapalhar o andamento da reunião de negócios ou a discussão de um contrato são queixas comuns, segundo a especialista em educação executiva.

7. Falta de estudo de gramática

“Muitas vezes a conversa não flui por falta de conhecimento das estruturas gramaticais”, diz Beth. O desconhecimento dos tempos verbais vai restringir o discurso, da mesma forma que a falta de vocabulário, segundo a especialista.
Fonte: Exame.com

Com o relato da especialista, podemos perceber que a falta de convivência com a língua é o fato gerador de muitas dessas travas, e é justamente essa intimidade com a língua que ganhamos em um intercâmbio, seja ele de 1 mês ou 1 ano. Claro que quanto mais tempo passamos em um país de língua estrangeira, mais confortáveis a acostumados com a língua nós ficamos. O intercâmbio nos da a fluência justamente porque nos faz perder esse medo de falar, solta a nossa língua. Quando estamos nesse outro ambiente, temos que nos comunicar de alguma forma, e como todos ao nosso redor estão falando em uma língua diferente, ficamos mais a vontade, perdemos o medo de errar e falamos! A gente fala errado - as vezes inventa algumas palavras - mas fala! E não precisamos falar com perfeição para nos comunicarmos, o importante é isso, o primeiro passo é nos comunicarmos, e então entramos no mérito do vocabulário específico.

Para quem já tem um nível bom de inglês, o próximo passo é buscar um curso específico para a sua área, seja mais geral, como business ou até bem específico, como o inglês para medicina, direito, entre outros.

O importante é não ficar para trás, como qualquer outro assunto, é importante dedicar um tempo para aprender uma nova língua e quanto mais imersos no assunto, melhor e mais rápido o aprendizado.

E você? Ta esperando o que?


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Um gerente interrompe a carreira para aprender inglês

A importância de outro idioma no nosso desenvolvimento profissional é muito grande. Conheça a historia do engenheiro Guilherme Ferrucci que pediu demissão do cargo de gerente da Camargo Corrêa para corrigir o que considerava uma falha em seu currículo: a falta de fluência em inglês.



Em 2013, o engenheiro Guilherme Ferrucci estava com a carreira bem encaminhada. Aos 37 anos, era gerente de engenharia da Camargo Corrêa, uma das maiores construtoras do país. Há sete anos na empresa, Guilherme era reconhecido e chamado para resolver problemas complexos, como a entrega de obras atrasadas.

O dilema

“Eu sabia que se quisesse ser promovido tinha de me aperfeiçoar”, diz. “Comecei a trabalhar logo no primeiro ano da faculdade e, quando vi, não tinha mais tempo para nada.” A vontade de morar fora também era grande, e Guilherme começou a levar o sonho de passar uma temporada nos Estados Unidos mais a sério.

“Estava em um bom momento profissional, mas tinha a impressão de que ou fazia a pausa naquele período ou não faria nunca mais”, afirma. Antes de qualquer coisa, Guilherme conversou sobre o assunto com sua mulher, Fernanda. Fisioterapeuta e professora, ela apoiou a decisão.

Decidiram ir para Pittsburgh, na Pensilvânia, onde havia bons cursos de inglês para Guilherme e a possibilidade de Fernanda estudar com um grande especialista em tratamento de joelhos.

A decisão

“Com os documentos do visto em mãos, marquei uma conversa com meus diretores para comunicar meu desligamento. Um sabático não seria possível, então, a única saída era a demissão.

Meus chefes ficaram surpresos, mas apoiaram a decisão e ofereceram um bônus, que acabou bancando a viagem — embora já tivesse uma reserva financeira.

Nos meses em que fiquei fora, fiz um intensivo com aulas durante seis dias da semana e aproveitei para conhecer empresas de engenharia americanas e aprender técnicas inovadoras que podem ser aplicadas aqui. Voltei ao Brasil com muita energia e a certeza de que essa pausa na carreira me ajudou a ter uma visão de mundo diferente e mais ampla.”


Não fique para trás, a importância da fluência no Inglês está cada vez mais evidente!

Mais informações sobre Intercâmbio (71) 3113-1515  


Fonte: Revista Exame